E pela mesma razão ambos observam o Cristianismo como inimigo a ser conquistado e dominado pela vontade dos governantes, como se observa pelo cesaropapismo britânico fundamentado por Locke e pelas nacionalizações religiosas dos comunismos que se verificaram por esse mundo fora. Tanto o Comunismo como o Liberalismo têm perfeita consciência de que só sobrevivem numa sociedade de impulsos e desejos e em que toda a repressão é injustificada. Prazer e Dor, Desejo e Satisfação, são os elementos essenciais dessa sociedade suinizada de resposta a impulsos. Qualquer apelo à Virtude, à medida do Homem que proporciona acesso a bens não quantificáveis e qualitativos, é por isso banido por extra-subjectividade. O epíteto “fascista” deixou o significado original de movimento político de massas, para se dizer daquele que não acredita que o indivíduo-átomo é o destinatário final de toda a política. Qualquer pessoa que se recuse a aceitar que os laços humanos são mais importantes que uma individualidade possessiva, que não tem outra finalidade que não seja a total plasticidade do Homem para obter uma total submissão ao poder e ao tempo, quebra a grande premissa de Comunismo e Liberalismo: que devemos todos estar juntos (comunismo) ou separados (liberalismo) para que possamos no fim caber nessa orgia de auto-satisfação do ponto-ómega do Progresso ou da sociedade em que cada um vê satisfeitas as suas necessidades.
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6 de maio de 2011
Uma Sociedade de Desejos e Impulsos
Dos arquivos d'O Pasquim da Reacção
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7 de abril de 2011
Distributismo e Fascismo
Governo mínimo, estável, competente e eficiente. Uma sociedade empenhada num compromisso social entre as diferentes classes e grupos. Harmonia, em vez de luta de classes. Um Estado cujos limites se situam na história e na dinâmica cultural e religiosa da Sociedade em que se insere. Um Estado constituído por comunidades vivas, fortes e pequenas. Diversidade na Unidade.
Isto é o Distributismo.
Nada mais distante pode existir do Nacional-Socialismo e do Fascismo - Estatismo Nacionalista. O Estado Gigantesco, a ditadura da Secretaria, a Economia constrangida pelos ditames de uns reguladores sem escrúpulos. O freio total da liberdade produtiva - um novo pombalismo. A Sociedade relegada para os planos de produção quinquenal de um Ministério da Propaganda. Mega-cidades e um tipo genético estipulado de cidadão de confiança - o desprezo da realidade histórica e a destruição da diversidade, em nome de uma ideia de história nacionalista criada pelos ideólogos do regime. Uniformismo e Homogeneidade.
O Distributismo é um exercício de memória, de uma época em que o Leviatã era ainda um perigo distante. O Nacionalismo Económico é o filho predilecto da Revolução Francesa - o aborto demoníaco de uma época de decadência.
For the authoritarian nationalist conception of the State represents something essentially new. In it the French Revolution is superseded. (...) We have modernized and ennobled the concept of democracy. With us it means definitely the rule of the people, in accordance with its origin. We have given the principle of Socialism a new meaning. ... Never have we left anyone in doubt that National-Socialism is not for export. ... We do not aim at world domination, but we do intend to defend our country, and it is our new conceptions which give us the inexhaustible and ever-renewed strength to do so. ...
Las tres hipóstasis del egoísmo son: el individualismo, el nacionalismo, el colectivismo.
La trinidad democrática.Nicolás Gómes Dávila
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